Olá querido! Adivinha só quem esqueceu o Facebook aberto e recebeu uma mensagem da Kelsi? É! Você!
Mas não se preocupe, eu não quebrei nada! Na verdade, fui boazinha e até empacotei suas coisas para você. E ainda inventei um jogo divertido, já que você gosta tanto de procurar coisas (outras mulheres, por exemplo).
É aqui que você vai encontrar suas coisas:
– suas roupas estão onde nos conhecemos.
– seus videogames estão onde demos nosso primeiro beijo.
– seu laptop está onde compramos nosso primeiro videogame juntos.
– sua TV está onde chegamos aos “finalmentes”.
– todo o resto, incluindo fotos dos últimos dois anos de nossas vidas está na casa da Kelsi!
Divirta-se! Ah, e apesar de não ter destruído suas coisas, não posso garantir que alguém não vá encontrá-las primeiro que você! Boa caça!
(Fuente: basheart, vía 290320013)
Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos. Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem. Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram. Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir. Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi. Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto. Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir. Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam. Já tive crises de riso quando não podia. Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva. Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar. Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros. Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros. Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz. Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava. Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade. Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”. Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria. Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava. Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda. Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram. Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim. Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração. Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre. Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar.
Decidi que minha felicidade era mais importante e não iria deixar a opinião de ninguém atropelar o que estava sentindo. Mesmo que seja um erro, é o meu erro.
Saudade dá, sempre dá, mas a gente disfarça, dorme, toma um café e finge que esquece.
Só não esquece que eu te amo
?
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Esquece que um dia nós brigamos,
que falamos besteiras um pro outro,
que nos ofendemos.
Esquece tudo, menos que eu te amo.
(i-ndagar).
(via i-ndagar) (vía r-ideout)
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